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Para famílias

Idade paterna e autismo: o que a ciência já observou

05 de outubro de 2026 · 1 min de leitura

Família reunida na mesa do café da manhã

Entre os fatores de risco associados ao espectro autista, um dos menos conhecidos pelo público em geral é a idade do pai no momento do nascimento da criança. Estudos mostram que filhos de pais com mais de 45 anos têm uma chance maior de estar no espectro autista, quando comparados a filhos de pais mais jovens.

Assim como acontece com outros fatores de risco (prematuridade, histórico familiar), a idade paterna avançada não é uma causa isolada: é um elemento que, somado a outros, pode aumentar a probabilidade. A explicação mais aceita hoje passa por alterações genéticas espontâneas que se tornam mais frequentes no material genético masculino ao longo dos anos, e que podem interagir com outros fatores no desenvolvimento da criança.

Um dado, não um destino

Se você é pai (ou mãe) e essa informação te preocupa, vale lembrar: a grande maioria dos filhos de pais com mais de 45 anos não estará no espectro autista. O que esse dado faz é ajudar profissionais de saúde a identificar, entre todas as crianças, aquelas para quem vale a pena um olhar mais atento desde cedo, especialmente quando esse fator se soma a outros, como sinais de atraso no desenvolvimento.

Essa é, inclusive, uma das situações em que uma ferramenta complementar de investigação pode ajudar. O Teste de Exclusão Precoce do Espectro Autista ClearStrand™ASD pode ser solicitado pelo profissional de saúde para crianças de 1 mês a 10 anos quando há uma preocupação clínica relacionada ao espectro autista, incluindo casos em que a idade paterna avançada é um dos fatores considerados.

O mais importante é que essa informação chegue ao pediatra da criança, para que ele decida, com todo o contexto da família em mãos, qual é o acompanhamento mais adequado. Saiba mais sobre o exame ClearStrand™ASD.

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